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Fonte: ParanáOnline
Ao lançar o livro Imagens de inocência (Amaro Amaro Edições), durante a I Bienal do Livro de Curitiba, que está sendo realizada na ExpoUnimed, a escritora e pintora Maivilis Amaro conta que levar a obra a público durante o evento é a realização de um sonho.

Ainda menina, Maivilis deixou o interior do Estado e veio para Curitiba em busca de conhecimento artístico. Autodidata, cursou o atelier de Alfredo Andersen, onde teve aulas com o artista Andrade Lima, aos 14 anos. A pintora se descobriu escritora em 2000, ao perceber que, a cada rabisco, já tinha pronto o conteúdo literário.

2aA obra integra um projeto de licenciamento conduzido pela empresa Recriar, que terá como primeira peça as reproduções dos desenhos da personagem Linda através das reprografias certificadas, também à mostra na Bienal.

Em entrevista exclusiva para O Estado, Maivilis fala sobre o lançamento, que apresenta uma obra delicada, fruto de um trabalho autoral, que mescla o refinamento das aquarelas com a sensibilidade das poesias, onde a personagem principal, a menina Linda, procura despertar a criança que vive em cada leitor.

O Estado – A elaboração desse livro teve alguma motivação especial?

Maivilis Amaro – A ideia é compartilhar com o público o resultado de tantos anos do trabalho e fazer chegar às pessoas esse traço de delicadeza, de inocência e de resgate da beleza interior que existe em cada um. A diferença desse trabalho é justamente a geração desse novo olhar, para que as pessoas descubram que dentro delas mora toda essa delicadeza.

OE – Quanto tempo você levou para concluí-lo?

MA – O livro é o resultado de um trabalho de cerca de cinco anos. Em horas de trabalho, temos um tempo grande porque a aquarela é uma técnica que envolve muitas horas. Nesse livro, que é complexo e envolveu várias etapas, só de aquarela eu tenho 2.340 horas.

OE – A Linda, personagem principal do livro, foi baseada em alguma pessoa próxima?

MA – Ela não é uma personagem cópia de nenhum perfil específico. Ela é uma menina que nasce da beleza que a artista colhe na vida e em tudo o que é certo. A linda é uma personagem que desenha e escreve e por isso ela se dá o direito de observar a vida. Ela cresceu comigo. Desde criança eu idealizava fazer um livro onde eu pudesse mostrar essa identidade com uma criança interior. A linda é um reflexo da minha criança, mas também é um pouco da beleza de cada pessoa.

OE – Qual o simbolismo que é atribuído à Linda no livro?

MA – A idéia central da personagem é que ela consiga a chegar na criança eterna, que é a criança do adulto. Dessa forma ela é uma personagem que conversa com pessoas de todas as idades. A criança não tem idade, ela está dentro de cada um e simplesmente floresce na media em que você se sensibiliza.

OE – Você se declara uma pessoa autodidata?

MA – Totalmente. Até porque, como esse traço de arte, com essa técnica, não havia no Brasil, eu acabei tendo que pesquisar e buscar lá fora. Não foi muito fácil porquê há 25 ou 35 anos, todos os artistas que desenvolveram ou desenvolvem um trabalho como este eram europeus ou americanos. A opção foi entrar para o atelier e pensar que eu em conseguir fazer aquilo que eu queria. Posso dizer que, olhando para esse livro, que ele é o que eu gostaria de ter encontrado há 25 anos atrás.

OE – Esse livro pode servir de base para que outros artistas possam inovar?

MA – A necessidade do artista sempre é o compartilhar. Esse livro pode semear, num primeiro momento, que as pessoas sensíveis à arte, que gostam de ilustração, que eles tenham uma facilidade que eu não tive na minha época. Até porque, ele reúne um traço de pesquisa sério e comprometido com uma responsabilidade com relação à técnica e à qualidade. Vou ficar feliz se eu ver outras pessoas interessadas desenvolvendo algo novo em cima deste trabalho.

OE – Você tem idéia abri uma escola ou um atelier?

MA – Acho que não é o momento, a gente não pretende fazer isso agora, mas o trabalho por si só vai semear e espalhar isso para as pessoas.

OE – Quando e como você decidiu que também poderia produzir obras de literatura e poesia?

MA – O escrever está dentro do contexto do meu trabalho desde sempre. Então quando chegou o momento de formatar esse livro, senti que eu poderia resgatar esse lado e explorar um pouco mais isso. Hoje escrever faz tão parte da minha vida quanto pintar. Para um segundo momento, temos muitos outros livros encaminhados com conteúdos substanciosos a nível de conceito de visa, de alegria e de reencontro com o equilíbrio que hoje faz falta em muitos setores da vida.

OE – Você acredita que o dom facilita o aprendizado na arte, independentemente da formação profissional?

MA – Essa coisa de dom é muito relativo. Dom todas as pessoas têm, sobre tudo o dom de ser feliz e de demonstrar para o mundo o seu lado do bem. O dom está em absolutamente tudo. É obvio que quando você desenvolve um trabalho no qual você começou desde criança, sentir tatear aquilo como sendo o seu objetivo é quase como um dom nato. Eu me incluo nisso porquê desde criança a minha diversão era desenhar na areia, ou na janela com o vidro embaçado. E eu observo isso nas crianças, que elas estão muito sensíveis ao dom. Hoje eu acho que deve ser investir muito na criança e no jovem porque o dom está aí florescido e precisa mesmo é ser canalizado.

OE – Qual a importância da Bienal do Livro para fomentar a cultura no Paraná?

MA – Era mais do que merecido que Curitiba recebesse esse presente, essa primeira oportunidade de contato com a literatura. O Paraná é um Estado riquíssimo na área das artes em todos os aspectos e a literatura deixava a desejar, nós não tínhamos até então um movimento tão específico. Nosso desejo como artista é que a cidade aceite bem o evento, que participe e valorize porque é daqui que vão nascer os outros movimentos que possam presentear a cidade com outras obras.

OE – Ainda falta incentivos não só do poder público mas da iniciativa privada para promover a arte no Estado?

MA – Essa coisa do incentivo é muito relativo. Sempre vai estar faltando, por mais que a empresa privada e o governo invistam. A arte é o respirar do ser humano. Acho que quanto mais for investido melhor. Quantos artistas nós temos com belíssimos trabalhos e que esbarram na dificuldade. Sou uma felizarda por colocar a público um material de primeira qualidade e a gente sabe que não são todos os artistas que conseguem isso. Então falta apoio sim, falta interesse e movimentos como este (Bienal). Poderíamos ter eventos mais freqüentes voltadas à arte e visão para o conceito de arte, que não pode ficar presa em galeria de museu. A arte tem que partir para ir ao encontro do público.

Serviço

O livro Imagens de inocência, Maivilis Amaro, está à venda na Bienal do Livro de Curitiba a R$ 98,00. Mais informações: www.recriararte.com.br.

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Gravuras no chão, fotos em prateleiras, molduras de todos os tipos e tamanhos: na hora de colocar quadros na parede, quase tudo é permitido. Mas existem alguns truques básicos que ajudam a alcançar beleza e equilíbrio. Nas próximas páginas, dicas para compor paredes harmoniosas e exemplos de quem resolveu o quebra-cabeça mesmo sem seguir as regras ao pé da letra.

fonte: Marie Claire

 

 

 

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 Simples equilíbrio

“São fotos com molduras simples. Mas eu não faria assim, gosto de tudo alinhadinho, simétrico.” Kelley Brian White, designer“Ficou ótimo, correto. São várias molduras, mas nos mesmos tons. Tem uma linguagem.” Esther Giobbi, decoradora

“As molduras não são da mesma largura, mas seguem uma proporção única com as fotos.” Mara Chap Chap Droghetti, arquiteta

“Hoje em dia, muita gente deixa os quadros encostados no chão. Não precisa pôr todos na parede.” Maria Amélia Shimabukuro, decoradora

 

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Parede de colecionador
“Gosto desse: a pessoa usou desenhos ou reproduções para forrar a parede. A quantidade valorizou o resultado.” Kelley Brian White

“Se fosse uma coleção de arte, daria para colocar dessa maneira. Mas, como são quadros simples, não vejo por quê.” Esther Giobbi

“As molduras são iguais e as reproduções parecem do mesmo livro. Eu acho careta.” Mara Chap Chap Droghetti

“É uma coleção de aquarelas, que foi segmentada com o mesmo tipo de moldura, para fazer uma parede de colecionador.”

Maria Amélia Shimabukuro
 
 

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Imagens móveis
“O fato de não pendurar me incomodava antigamente. Mas eu acho válido, cria uma desordem ordenada.” Kelley Brian White

“Para quem gosta de mudar, é uma grande solução. É supermoderno.” Esther Giobbi

“A prateleira está sendo muito usada. Esse sistema também daria certo numa sala, não precisa ser num corredor. Só não gostei desses quadros pendurados na parede.” Maria Amélia Shimabukuro

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Vida de artista
“Parece a casa de um artista, com cavalete, essas coisas no chão. Quadro é para ser pendurado, mas um pouquinho de bagunça deixa o ambiente mais informal.” Kelley Brian White

“Ele misturou molduras ricas e simples, e ficou muito bom.” Esther Giobbi

“Não há nenhuma unidade, a não ser nas cores das fotos, branco, preto, sépia. As molduras não são as mesmas e nem precisam ser.” Mara Chap Chap Droghetti

“Ele até usou a parede como passe-partout. Deve ter colocado a foto entre vidros, ou então colou-a na própria parede.”

Maria Amélia Shimabukuro

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Retratos e cores
“As molduras muito rabiscadas chamam mais a atenção do que a obra. Jamais usaria uma moldura trabalhada para uma fotografia, faria uma coisa mais simples.” Kelley Brian White

“É uma maneira pouco ortodoxa de colocar quadros, sem nenhuma regra. Acho confuso.” Esther Giobbi

“Varia a moldura, a colocação, mas o que está sendo evidenciado são imagens nos mesmos tons. Existe uma unidade.” Mara Chap Chap Droghetti

“Acho muito poluído, é uma assimetria louca. Tem informação demais.”Maria Amélia Shimabukuro

 

 

Para quem decora uma casa, uma das tarefas mais difíceis é tentar colocar ordem em todos aqueles quadros comprados especialmente para a ocasião ou acumulados ao longo dos anos. Arquitetos e decoradores costumam concordar num ponto: não dá para ditar regras. “Seguir fórmulas prontas nem sempre dá certo”, diz a decoradora Esther Giobbi, 42 anos. “É melhor usar menos técnica e mais sensibilidade.”
Existem, porém, alguns truques que tornam mais fácil a vida do decorador de primeira viagem. Antes de pensar na disposição dos quadros na parede, os trabalhos devem ser agrupados de acordo com a técnica usada. “É melhor juntar gravura com gravura, guache com guache”, diz Esther. “Mas não precisa ser o mesmo tema, tamanho ou moldura. O importante é que haja um equilíbrio entre os elementos.” Combinar molduras diferentes requer um pouco de prática, segundo a decoradora Maria Amélia Shimabukuro, 31 anos. “Se as imagens forem parecidas, pode funcionar. Mas é mais difícil.”

Para visualizar o resultado final, um bom truque é colocar os quadros no chão, em um piso liso. “A idéia é fazer um quebra-cabeça, testando diferentes combinações”, diz a arquiteta Mara Chap Chap Droghetti, 37 anos. “Você também pode fazer o molde do quadro em papel e colar na parede, mas não é a mesma coisa, porque o efeito não depende só da área, mas do peso, volume e cor. Por isso, a melhor coisa é colocar no chão.”

Pendurar na altura do olho é uma regra básica. “Um quadro acima ou abaixo do olho incomoda terrivelmente”, diz Mara. “Pense na altura de um observador médio, 1,70 m, e coloque o quadro de maneira que o olho bata no meio.” Se forem vários, um deles deve ser escolhido como principal, diz Esther. “Ele deve ficar no centro, e os outros vão sendo colocados em volta.” Não se esqueça de levar em conta a posição do suporte do quadro, ou acabará colocando-o mais alto do que planejou. Outro detalhe: as molduras de tamanhos diferentes devem estar alinhadas por baixo, e não por cima.

Às vezes, móveis ou portas servem como referência. “Hoje em dia, muita gente coloca quadros acima do sofá, deixando uma distância de 10 centímetros”, diz Esther. Há uma regra que manda dividir a parede acima do móvel em três partes: o quadro deveria ficar na parte central. “Mas, se for muito pequeno, isso não vai funcionar.” Alinhar com algum elemento da decoração também pode ser uma solução. “Eu gosto de alinhar com portas e estantes”, diz o designer Kelley Brian White, 47 anos. “Mas a altura ideal é aquela em que você consegue visualizar melhor a obra.”

 

 

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A delicadeza da arte em sua plenitude Maivilis Amaro lança livro inédito em que mistura aquarelas com poesia e apresenta personagem criada quando autora era criança Nesta sexta-feira (28/08), às 16h, a escritora e pintora Maivilis Amaro lança o livro Imagens de Inocência (Amaro Amaro Edições) durante a I Bienal do Livro de Curitiba, realizada na ExpoUnimed. Maivilis apresenta uma obra delicada, fruto de um trabalho autoral, que mescla o refinamento das aquarelas com a sensibilidade das poesias. A personagem principal é a menina Linda, concebida pela autora ainda em sua infância. “Comecei a desenhar aos seis anos de idade e nessa época criar já era a minha atmosfera. Linda encanta as cenas que desenho e pinto ora com feições de boneca, ora com traços de menina. Posso dizer que crescemos juntas a cada imagem concebida”, explica Maivilis. Autodidata, cursou o atelier de Alfredo Andersen, onde teve aulas com o artista Andrade Lima, aos 14 anos, quando deixou o interior do Estado e veio para Curitiba em busca de conhecimento artístico. A pintora se descobriu escritora em 2000, ao perceber que, a cada rabisco, já tinha pronto o conteúdo literário. A partir daí, foi unindo os desenhos aos versos e o livro – primeiro de sua carreira, viabilizado pela casa de edições criada pela própria autora em conjunto com sua irmã para canalizar a sua produção artística – começou a ganhar forma. A veia literária, simples e emocionante, chama a atenção do leitor, que encontra nas 240 páginas do livro textos bilíngües, em português e inglês. “A proposta da personagem é transmitir conceitos de inocência, de valorização da nova consciência e atitudes voltadas à preservação da vida. É uma menina que fala com a criança que existe em cada adulto e se comunica com todas as idades”, resume a autora, que afirma ter chegado ao resultado imaginado. “Posso dizer que é o livro que sempre sonhei encontrar desde criança”. Imagens de Inocência tem tiragem inicial de 1,5 mil exemplares e está dividido em quatro capítulos, batizados de “Amor”, “Amizade”, “Reflexão” e “Memória”, contendo ao todo 100 poemas e 100 aquarelas. A obra integra um projeto de licenciamento conduzido pela empresa Recriar, que terá como primeira peça as reproduções dos desenhos da personagem Linda através das reprografias certificadas, também à mostra na Bienal. A Recriar tem em sua carteira de licenciados nomes como Candido Portinari, Érico da Silva e Maurício de Sousa. Imagens de Inocência estará à venda na Bienal a um preço especial de lançamento por R$ 98. Informações: http://www.recriararte.com.br

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fonte: Desire to inspire
 
Os ambientes acima apresentam algumas formas possíveis de decoração com quadros nas paredes e móveis. Estas composições se juntam a móveis e outros objetos de decoração para compor um todo equilibrado, proporcionando um bem estar visual. Decorar uma parede com quadros, às vezes pede alguns cuidados como levar em conta sua dimensão, o tipo de motivo utilizado, moldura, e etc.
Você pode criar sua composição, principalmente, observando exemplos e adotando pequenas regras que lhe serão muito úteis e fundamentais na realização desta tarefa. Alguns exemplos foram deixados acima e algumas das regrinhas, apresento a seguir:

1ºFaça sua composição no chão antes de fixa-la à parede. Desta forma, por antecipação, você pode ter uma idéia do efeito que ela transmitirá após estar na parede.

A escolha dos quadros na composição, também é fundamental. Assim, para obter uma maior sensação de equilíbrio a distribuição de tamanhos deve ser mais ou menos uniforme. Caso a diferença entre eles seja grande você pode dispô-los: de forma a que os maiores podem estar ao centro cercados uniformemente pelos menores; de forma que os maiores estejam afastados entre si e cercados, ambos, pelos menores; Caso haja um móvel encostado à parede os quadros maiores devem ser dispostos mais próximos a ele, e o restante de uma maneira uniforme ao redor dos maiores. Enfim, não há apenas esta abordagem. Use sua criatividade e descubra outras formas.

A composição deve adotar um tema. Ele pode ser a adoção de um simples tipo de moldura, estilo da pintura ou gravura, as cores envolvidas, data e características estéticas da obra ou até mesmo uma combinação harmônica de todas elas.

Um único quadro ou uma composição deles, deve ter seu ponto central na altura média dos olhos das pessoas (Aproximadamente 1,60m). Também devem ser mantidos a uma altura de 30 a 50 cm acima de um sofá ou cadeira para que não ocorra o risco de que alguém encoste a cabeça.

5ºCrie composições em que a distância entre eles não passem de 7 ou 8 cm e de preferência, mantenha-as uniforme.

6ºSe caso for usar gravuras, utilize aquelas que apresentam molduras semelhantes seja na cor ou tamanho. Se for enquadra-las, escolha molduras nesta mesma condição.

Finalizando, seja persistente! Olhe mais e mais exemplos. Aprenda os segredos de cada um. Para todos nós sempre restará coisas a aprender. Há sempre um segredo a mais neles pois todos eles são resultado de criação. Assim, crie e planeje sua composição, com muita dedicação e chegará ao resultado esperado. UM BOM TRABALHO A TODOS!

Exemplos de quadros no site:

www.recriararte.com.br

 

Pela primeira vez reunidas em uma exposição, as quinze obras de Candido Portinari que fazem parte do acervo do Banco Central serão apresentadas ao público. Na mostra, vale destacar a série Cenas Brasileiras: 12 painéis de cerca de dois metros de altura por um e meio de base, que retratam tipos regionais, tradições populares, o cotidiano do trabalho e a história brasileira.


Também está exposto o painel Descobrimento do Brasil, de cinco metros de altura por quatro de base, que ambienta a sala de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom). Feito em 1955 para o Banco Português do Brasil, o painel é uma das maiores obras de Candido Portinari em coleções brasileiras.


O restauro das pinturas de Portinari, iniciado em 2007 e concluído em 2008, foi o mais amplo desde a incorporação de suas obras ao acervo do Banco Central, e contou com o acompanhamento da Associação Cultural Candido Portinari, que se dedica, desde 1979, a pesquisar, recuperar e preservar a obra do artista. “As obras são de grande valor e a restauração é um processo muito delicado e lento. A maior peça foi restaurada em Brasília e, as demais, em São Paulo. Uma equipe especializada de sete pessoas cuidou do trabalho”, detalha a restauradora Florence de Vera. Além dos trabalhos de Portinari, a exposição também vai mostrar as diversas etapas do processo de restauração, registradas em fotografias.

 

Até o dia 27 de junho de 2010; de terça a sexta, das 10h às 17h30; sábados e domingos, das 14h às 18h, na Galeria de Arte do Banco Central (SBS, quadra 3). O agendamento de visitas escolares pode ser feito pelos telefones: (61) 3414-2099 ou 3414-2093.

 

Para  adquirir reproduções das obras de Portinari visite nosso site ou pelo telefone (41) 3116-7001 ou 3661-9900

www.recriararte.com.br

 

 

LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS.

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Em uma parceria com a RECRIAR ARTE, empresa especializada na reprodução de obras autorizadas, a Editora Luz e Vida lança uma linha de quadros do Smilingüido e a sua Turma. Os quadros são comercializados em três tamanhos, que variam entre 20 cm x 20 cm e 60 cm x 60 cm, em 106 modelos diferentes. Segundo o empresário diretor da Recriar, João Rezende, o objetivo é atingir todas as classes. “Se a pessoa não tem condições financeiras de comprar o quadro grande, pode optar pelo pequeno. A idéia é que todos possam ter uma obra de arte em casa, com uma qualidade diferenciada. Todos os produtos são pintados em tela e isso dá um efeito visual especial”, explica. Rezende destaca ainda que o Smilingüido atende uma das principais metas da Recriar. “Queremos distribuir arte para os brasileiros com esta mensagem positiva. As peças foram lançadas no último mês e já estão recebendo uma aceitação muito positiva. Cerca de 90% dos nossos revendedores pegaram o produto”, comenta. Os quadros são impressos em 2.400 dpi, mesma técnica utilizada nos quadros de Candido Portinari e Mauricio de Souza, também produzidos pela Recriar. Para conhecer toda a linha de quadros da Recriar, acesse www.recriararte.com.br ou ligue (41) 3116-7001.

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A Editora Luz e Vida comercializa seus produtos em mais de 20 países. Só a formiguinha Smilinguido está presente em mais de 700 produtos, que são exportados para países como Nova Zelândia, Japão, Estados Unidos, Costa Rica, México, Chile, Porto Rico, Argentina, Uruguai, Holanda e dezenas de outros. No Brasil, são cinco mil pontos de venda.

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A RECRIAR ARTE - A Casa Brasileira da Arte é a única empresa paranaense a participar da exposição Mauricio 50 Anos, homenagem ao cinqüentenário de carreira do desenhista Mauricio de Sousa, pai da Turma da Mônica, realizada no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), de São Paulo.

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A grande novidade é que, pela primeira vez, o público poderá adquirir reproduções das obras da série Quadrões em tela e a preços acessíveis, fruto de um contrato de licenciamento firmado entre Mauricio de Sousa e a Recriar (especializada na reprodução de obras de arte), que permite a reprografia dos personagens da Turma da Mônica, sua versão jovem e também dos Quadrões.

Por preços bem atrativos será possível levar para casa e decorar ambientes com a turma mais amada do Brasil, cujas revistas representam mais de 80% do mercado editorial de quadrinhos nacional.

RECRIAR ARTE no MuBE

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A DATA DA EXPOSIÇÃO FOI ESTENDIDA, QUEM QUISER CONFERIR.

HISTORIA EM QUADROES – PINTURAS DE MAURICIO DE SOUSA sucede a mostra dos 50 anos no MuBE. de 22 de agosto a 20 de setembro.

Serviço – MuBE – Museu Brasileiro da Escultura
Endereço: Av. Europa, 218 – Jardim Europa
De terça a domingo, das 10h às 19h
Contato e visitas monitoradas: (11) 2594-2601
Entrada gratuita

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Começa hoje (17/08) no Anhembi, em São Paulo, o Salão Abimóvel 2009 – Salão Internacional de Vendas e Exportação de Móveis. Os estandes dos cerca de 160 expositores, de 52 cidades e dez cidades do Brasil, estão prontos para receber os esperados 40 mil visitantes lojistas. A abertura oficial será realizada próxima à entrada do evento com a presença de autoridades e comissão organizadora, às 13 horas.

Com uma programação completa e diferenciada, o evento vai proporcionar aos visitantes opções de palestras, cursos gratuitos, mostras de design e inovação durante os 5 dias de abertura para visitação do público. Para o diretor da Multiplus Eventos, Augusto Balieiro, “O Salão Abimóvel vai mostrar que é o evento com todas as premissas ideais para ser considerado o mais representativo do setor.”

O Salão Abimóvel foi concebido para ser uma plataforma de negócios voltados ao mercado interno e exportação do mobiliário nacional. Simultaneamente à Feira acontecem uma série de eventos que completam a programação, fazendo do evento uma opção também para atualização profissional, com o Congresso Moveleiro e para a geração de reuniões de negócios com compradores nacionais e internacionais, com a realização da Rodada Internacional de Negócios e o Encontro de Negócios Abimóvel Brasil. O Prêmio e Mostra Nacional de Design , Projeto “Histórias de Inovação”, do Gad’Innovation , TexBrasil Décor e exposições e palestras do SENAI-SP também estão na grade de eventos simultâneos.

A RECRIAR se encontra entre as ruas J e K do pavilhão.

A Feira acontece de 17 a 21 de agosto das 13 às 21 horas no Anhembi. A entrada e o credenciamento para o evento poderão ser feitos até as 20 horas.

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Quadrões estão de volta

Exposição celebra 50 anos de Mauricio de Sousa e apresenta personagens da Turma da Mônica em cenas consagradas pelos gênios da pintura mundial

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Monica Lisa, Cebolinha Tocador de Pífaro, Dentuça à Beira-mar e outros grandes ícones da arte mundial poderão ser conferidos de 19/07 a 18/08 na exposição Mauricio 50 anos, homenagem ao cinqüentenário de carreira do desenhista Mauricio de Sousa, pai da Turma da Mônica, realizada no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), de São Paulo.

A mostra é dividida em duas partes, uma que lembra a trajetória de sucesso de Sousa, desde as primeiras tiras de jornal até ele se tornar um dos autores de quadrinhos mais respeitados do mundo. A segunda é focada no lado artista de Mauricio de Sousa e traz a coleção intitulada Quadrões, em que ele homenageia grandes mestres das artes através de 14 releituras de Leonardo da Vinci, Rodin, Michelangelo, Degas, Cézanne e Caravaggio, entre outros.

A grande novidade é que, pela primeira vez, o público poderá adquirir reproduções das obras da série Quadrões em tela e a preços acessíveis, fruto de um contrato de licenciamento firmado entre Sousa e a Recriar (empresa especializada na reprodução de obras de arte), que permite a reprografia dos personagens da Turma da Mônica, sua versão jovem e também dos Quadrões.

Por preços acessíveis será possível levar para casa e decorar ambientes com a turma mais amada do Brasil, cujas revistas representam mais de 80% do mercado editorial de quadrinhos nacional.

Mais do que uma homenagem ao criador da Turma da Mônica, a exposição Mauricio 50 Anos resgata e apresenta para as novas gerações a história de sucesso de um ícone da cultura popular deste País.

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Serviço – MuBE – Museu Brasileiro da Escultura
Endereço: Av. Europa, 218 – Jardim Europa
Data da exposição: 19 de julho a 18 de agosto
De terça a domingo, das 10h às 19h
Contato e visitas monitoradas: (11) 2594-2601
Entrada gratuita

Exposição Mauricio 50 anos

Pesquisa e roteiro
Mauricio de Sousa
Flávio Teixeira de Jesus

Arte e Finalização
Estúdios Mauricio de Sousa

Quadrões
Desenhos: Mauricio de Sousa e Emy T. Yamauchi e
Pinturas: Mauricio de Sousa
Assistente de pintura: Amélia Massako Mihara

Esculturas
Desenhos: Mauricio de Sousa, Roberto Martins Pereira e José Márcio Nicolosi
Esculturas: Olyntho Tahara
Supervisão: Alice K.Takeda e Mauricio de Sousa

Organização e Curadoria
Jacqueline Mouradian

Supervisão Geral
Mauricio de Sousa

Serviço – Recriar
Endereço: Rua Santa Helena, 762 – Pinhais-PR
Vendas pelos telefones (41) 3557-6000 e (41) 3116-7001 ou através do site
www.recriararte.com.br .

Informações para a imprensa – Básica Assessoria de Imprensa
Jornalista responsável: Daniela Licht – MTB 3791/15/15v
Fone: (41) 3019-9092-9228-9577 / e-mail:
daniela@basicacomunicacoes.com.br

A família de Candido Portinari autorizou a reprodução das obras do pintor, 47 anos após sua morte. Pagando de 50 a 900 reais, fãs de Portinari podem ter cópias certificadas dos quadros enfeitando a sala de casa.
Fonte: (Antena Paulista)

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Assista ao vídeo na globo.com

As reproduções, ou reprografias, são feitas em tela e devidamente emolduradas, com a qualidade e a fidelidade de cores das pinceladas originais.

É uma oportunidade de todos, de qualquer classe social e econômica terem acesso a obra de Portinari, pintor que fez história em nosso país.

Isto também significa uma nova etapa cultural de extrema importância: todos os brasileiros podem sim ter acesso à arte.

Recriar

A empresa RecriarArte conta com um acervo de diversos artistas, e tem como objetivo democratizar a arte brasileira através de suas reproduções.

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